O sujeito irreverente: anotações para uma pedagogia da cultura em movimentos populares
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Resumo
Nogueira buscou o entendimento da incompletude da vida do sujeito sendo que existe uma energia cultural ao fazer ciência do ponto de vista multidiciplinar e real por ele denominada indeterminabilidade do real entre a construção de percursos e processos o autor verificou os horizontes da vontade política, os percursos que se delimitam possibilidades históricas, intenções engendradas na formulação ética e a configuração antropológica dessa educação prática, em movimentos populares. Assim, temos entrecuzados no desenvolver do tema tratado pelo o autor a história, a política, filosofia e antropologia sendo trabalhadas como ciências da educação. Propôs, multiplas relações dialógicas como: cumplicidade e envolvimento, leitura e experiência, palavra e atitude, conceito e objeto, concepção técnica e política. Portanto, a educação escolar e popular são vistas como dois momentos de uma mesma engrenagem.
Descrição
(Série Educação internacional do Instituto Paulo Freire); Depoimentos sobre o texto de: Rubem Alves, Carlos R. Brandão, João Wanderley Geraldi, Ana Maria Saul, Paulo Cezar Botas e Paulo Reglus Neves Freire; 150p.
Palavras-chave
Instituto Paulo Freire, Cultura popular - Brasil, Educação - Brasil, Sociologia da educação, Movimentos sociais populares - Educação - Brasil, Teoria e ciência - Hegemonia - Conhecimento - Realidade, Teoria e prática - Interação - Sujeito-objeto, Sujeito - Aspectos filosóficos, Pedagogia - Cidadania inventada, Pedagogia da cultura, Cultura popular - Aspectos antropológicos, Conhecimento popular, Cultura - Movimentos - Processo, Política - Formação de militantes